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Não somos bens, somos serviços

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Olá tudo bom?

Sabe, venho pensando há muito tempo sobre algumas coisas e tentando rever alguns modos de agir que já estão arraigados na minha personalidade há anos. Desde jovem eu ouço, mais ou menos a seguinte frase:

“nós somos como produtos e nossas roupas são nossa embalagem, quando a gente se arruma bem a gente se vende bem. Você compraria um produto com uma embalagem rota e esfarrapada?”

Bom, aí eu paro, penso e realmente, concordo com alguns pontos. Primeiro, nós somos cotidianamente julgados e analisados por todos. Isto é instintivo, faz parte do senso de sobrevivência avaliar quem está perto. Há quem diga que este comportamento talvez seja preconceituoso, mas pense, se os humanos não julgassem as coisas pela aparência ou pelo que se associa, queria ver sobreviver à era do gelo, guerras, tomadas de cidades e etc…

Segundo, provavelmente tenhamos que ser julgados positivamente para cultivar relações saudáveis, já que estamos em uma sociedade de pesos e medidas, talvez nossa embalagem diga realmente muito sobre nós.

Enfim, terceiro, nós participamos da vida das pessoas como objetos em uma casa, em que se é comprado por sermos bonitos e atraentes e, quando desgastados e sem uso, somos descartados ou redirecionados a outra pessoa, que aprecie ou precise da nossa utilidade, talvez.

Bom, se você acredita nisso, bem vindo aos 80% da sociedade que tornam nosso planeta equilibrado, por serem um peso morto e sem muita relevância

NÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃO

Eu não sou um objeto, nem bem, pedaço de roupa, óculos ou cabelo desgrenhado andando por aí. Eu sou um serviço, e meu valor está no resultado que eu agrego.

Pode discutir, discordar, esta é a minha opinião, pois, como serviço:

  • Temos um ciclo de vida
  • Nosso valor deve ser julgado pelo valor oferecido
  • Nem sempre o que é bonito é útil
  • Nem sempre o que é velho é descartável
  • Estamos ali, exercendo nossas atividades enquanto houver um vínculo

Quero dizer com isso que, nosso valor está nas nossas ações, nas nossas atitudes, comportamentos e, é claro, no histórico que construímos socialmente. Segundo Maquiavel, “Não basta ser, é preciso parecer” e isto pode ser muito bem aplicado à capa, mas as aparências enganam e o parecer envolve muito mais atitudes políticas e sociais do que apenas uma tênue camada superficial de roupa ou estilo.

Estamos na sociedade das tribos e dos grupos, tudo é classificado, mas também misturado. Esta camada que se forma bastaria em uma relação sem contato, interação, conhecimento ou interesse, mas somos humanos e não animais. Entre nós, é preciso conhecer uma pessoa e entender o valor que ela expressa e pode agregar nas nossas vidas e, ao contrário de um produto, não temos manual, nem começo, meio e fim definidos.

Somos serviços pois nosso valor está em nossa (con)vivência. Nosso valor está nas coisas que podemos fazer pelos outros e no passo de você abrir espaço para ser compreendido. Já passamos tempos de guerras e eras do gelo o suficiente para entendermos que fazemos parte de um grande time e não de um grupo de indivíduos. No nosso ciclo de vida podemos oferecer o máximo de nós, desempenhando atividades sem medo da concorrência, mostrando o melhor de nós para crescermos juntos.

Como serviços podemos nos apoiar, complementando uns aos outros e integrando as diferenças, somando experiências e formando uma sociedade mais madura e forte. Serviços são invisíveis, abstratos, metafísicos, mas iterativos e se constroem a cada resultado, a cada processo iniciado, durante e depois.

Finalmente, o meio empresarial tem que começar a compreender que são pessoas que estão ali trabalhando, não são máquinas, nem animais irracionais, tolhidos de expressão ou necessidades.

Enquanto nós colocarmos as pessoas no patamar de bens de consumo, continuaremos sendo substituíveis, descartáveis e mediamente produtivos.

 

Você é um sapo escaldado?

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Olá, tudo bem?

Sabia que, quando você joga um sapo na água fervendo, ele se assusta e foge. Por isso, para cozinhá-lo, é preciso colocar em água fria e, aos poucos esquentar. Tão logo o pobre sapo perceba o que acontece… já foi cozido.

Este é um pedaço relido do trabalho de Daniel Goleman, no texto “O Poder da Inteligência Emocional”. Não é de cozinha que quero falar aqui, mas de algo maior. Assim como o autor fez, a abordagem é: quão escaldado você está?

Aos poucos as pessoas caem em um ambiente frio e vão sendo escaldadas, se acomodando, aceitando coisas que vão contra suas ambições e até mesmo princípios. Vão permitindo que algumas conveniências se tornem hábitos e caindo na inércia. Assim como o sapo, acabam cozidas.

Quais são seus talentos? Quem você é e como se vê? Quais suas paixões? O quanto você se conhece e quanto está disposto a se autoconhecer?

A autogestão nasce do autoconhecimento e é uma ferramenta para fugir do status quo, que toma conta da vida dos acomodados. Ela têm papel significativo na motivação, em se levar para onde se quer.

Para tanto, é preciso saber onde se está e onde se quer chegar e, assim, seguir o caminho.

Onde estou?

Responder exige um amplo trabalho de humildade, em atender à realidade e reconhecer que somos seres emocionais, seres movidos por instintos e que não adianta tentar racionalizar erros ou nos dar desculpas para nossas falhas, mas sim admitir que falhamos e compreender isto como um passo tomado. Um passo no caminho dos nossos objetivos.

O que gosto de fazer? O que eu faço hoje? O que eu não gosto? Com quem estou perto? O que faço para atingir meus sonhos? Eu tenho sonhos? Quais minhas habilidades e, o mais difícil de ser sincero: quais eu considero ser meus defeitos e qualidades?

Ao buscarmos por nosso eu interior, comumente nos deparamos com nossos limites e possibilidades e entra aí a autoconfiança. Com estas informações já podemos reconhecer o território e levantar o que já somos e o que podemos fazer e, confiar no nosso cacife e no nosso potencial é o que vai nos levar para onde queremos ir.

Onde quero chegar?

De novo do trabalho de Goleman, onde você quer estar daqui 15 anos? Com quem e em qual ambiente? Diga sinceramente, o que você realmente quer estar fazendo em uma quarta feira ensolarada daqui 15 anos?

A autogestão exige transparência, autocontrole, adaptabilidade e superação. É preciso de iniciativa, otimismo mas, antes de mais nada, permissionamento. Torna-se atitude chave se permitir lutar pelo que seus sonhos, tomar atitudes necessárias e às vezes difíceis para alcançar objetivos e, claro, confiar.

O autopermissionamento é fruto da autoconfiança. Há quem diga que confiança é como um vaso, quando quebrado, nunca mais se conserta.

Talvez este seja um pensamento correto, mas há uma mentira escondida por trás desta afirmação.

Quando o vaso se quebra, dá espaço para uma infinidade de formas de torná-lo melhor. Deixá-lo rompido aceitando que nunca será igual é apenas mais uma desculpa para continuar se escaldando.

A confiança pode ser restabelecida através da dedicação, força de vontade e muito esforço. Mais do que isso, a confiança deve começar dentro de si, que, sendo a mais dificil, a confiança em si exige vontade de romper com a inércia.

Você quer confiar em si? Você confia em quem você é? No que pode fazer?

Para encontrar essa confiança primeiro é preciso aceitar quem se é e aí vem o ponto:
Temos que saber onde estamos e onde queremos chegar. Precisamos nos autogerir e confiar aos poucos, em passinhos de bebê.

O encanamento evolutivo

Não adianta tentar pular etapas, pois isso pode gerar um impedimento no fluxo evolutivo. Cada passo da nossa vida é importante para trazer os ensinamentos e experiências necessários no próximo nível. Como em um grande encanamento que se afunila, devemos nos polir, nos lapidar para não interromper o fluxo. Pode-se perceber que, a panela do sapo tem o bocal ligado direto no encanamento.

Somos seres sociais, portanto, interagimos e dependemos de outras pessoas, assim como elas dependem de nós. Quando paramos e interrompemos o nosso fluxo de vida, acabamos interrompendo o de quem está em volta, gerando um caos que pode causar afastamento de amigos ou familiares, término de relacionamentos ou desavenças profissionais, pelo simples fato do processo não estar andando no ritmo saudável. Seguir este ritmo é exatamente o que leva as pessoas à satisfação.

Há aqueles que não querem assumir a posição de liderança, estes se contentam em achar uma válvula e se prender a ela, sair do jogo. Estes devem arcar com as consequências de sair dos canos, de parar, de, no mínimo deixar de crescer em certo ponto. Devem ser respeitados.

Entretanto, as pessoas que tem o instinto de tomar a frente e querem sempre galgar postos altos, não só de status, mas de decisão, de liberdade, estes são os inconformados, os que buscam desafios, mudam as coisas. Eles precisam conhecer muito bem a si mesmos para cada vez mais encontrarem desafios e ajudar, não só a si mesmos, mas aos seus seguidores.

E você? Está disposto a começar a liderança, ao menos, da sua vida?

É necessário uma alta dose de autoconsciência para romper com a inércia e a desatenção, superar atos improdutivos e, através do persistente processo de buscar, se perdoar, se autogerir, você poderá chegar aonde definiu, lá em cima.

Onde você quer estar daqui 15 anos? Quer ser o sapo escaldado ou atravessar todo o encanamento? Quer continuar assim ou quer fazer algo especial?

A única coisa que nós precisamos para sermos o que sonhamos é abrirmos nossas mentes para quem somos

Até logo,

Danificar a perfeição

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Olá, tudo bom?

Você já se perguntou alguma vez, o que leva alguém a estragar coisas boas?

Sério, às vezes eu paro para pensar: “mas é tão fácil”. Bom, se tem um fato irrefutável é que quando estamos vendo de fora, tudo parece bem mais simples do que quando começamos a fazer.

Há alguns posts atrás eu escrevi sobre a horizontalização e sim, apoio e confirmo que além de uma empresa poder crescer e se desenvolver de forma muito mais saudável, uma administração horizontal oferece também crescimento pessoal aos envolvidos, pela simples participação conjunta, colaboração. Mas, vamos enfrentar a realidade né!? Isso tudo exige um pouco de coisas que as pessoas não têm muito de sobra: iniciativa.

Primeiramente, encontrar a tal iniciativa é partir do pressuposto de que se sabe o que faz e, portanto é necessário que haja um tanto quanto de auto confiança. O papel do chefe, do gerente, do capataz é esse, pegar um grupo seleto de pessoas inseguras e totalmente incapazes de ousar e chicotear-lhes as costas até que façam o que alguém pediu. Pior ainda é quando o solicitante sequer tem a ver com o que está no escopo da empresa ou do projeto, pois aí o gestor vira uma ferramenta do mágico “telefone sem fio”, criando ainda mais instabilidade e, portanto, inseguranças.

Quando eu me deparo com uma empresa estruturada e tudo parece lindo, começo a refletir que as grandes corporações se constroem em cima do lodo da irresponsabilidade, pressa e, principalmente, de macaquinhos dispostos a seguir a banana em troca de umas moedinhas e do medo de ficarem sós. Pra melhorar, no mundo atual ainda existem aquelas empresas que geram a aura fanática de felicidade e que a alegria se torna um mantra que cuida, fazendo com que a falta de sorriso seja o machado do carrasco.

A realidade é simples, tudo isso acontece pelo fato de que é muito mais fácil ganhar dinheiro do que prestar serviço ou oferecer qualidade. Está fácil explorar e não pensar nos outros, não pensar na “horrível sociedade suja e no sistema decrépito do blablabla”.

Me encontro o tempo todo com grandes ideias e equipes incríveis, mas a pressa do capitalismo desenfreado adotado por populações atrasadas faz com que o dinheiro seja a prioridade e o processo acaba escravizando os envolvidos.

“Ah Octo, então você não quer seu dinheiro..dá ele pra mim”

Não é esse o ponto e eu quero dinheiro sim!

Dinheiro, poder e influência são ferramentas importantes para fazer com que as coisas aconteçam e, uma ferramenta não pode ser confundida com o objetivo. Pense, de que adianta você ter dinheiro em um ambiente desgastante, fazendo parte de uma empresa com potencial que só sabe subjugar e desmotivar? Isso não é uma equipe, é parasitismo. (Lembrando que as presas do parasita são denominadas gestores na maioria das vezes). Não se tornaria muito mais gostoso ter o dinheiro e gastar com coisas que valham a pena para a pessoa? Cada um decide o que faz bem, mas se tornar escravo disso é vantajoso?

A construção da sociedade que as pessoas têm escolhido é de se fundamentar em coisas que não se têm, tentando desenfreadamente competir consigo mesmas, se destruindo e se desmotivando, forçando corporações a lhes explorar e torturar para conseguir algum avanço. Eu não posso nem sequer condenar as chicotadas afinal, convenhamos, se um jegue não ta andando filho..tá na hora de levar umas bordoadas ou pendurar uma cenourinha na frente dele.

O simples fato de destruirmos o que temos como personalidade em busca de bens, ao invés de tentar encontrar o que nos faz bem só consegue que destruamos a perfeição de viver coisas boas. Um trabalho não precisa ser um lixo e nem as empresas precisam de uma pessoa dando chibatada à toa. É tudo uma questão de iniciativa, de escolha e noção de que há algum muito maior do que o happy hour da sexta ou os 2 dias do final de semana.

Mas, como disse no começo, é muito mais fácil vendo de fora, afinal, cada um sabe o peso do que está carregando.

Assim, eu volto a dizer que a horizontalização é o caminho entretanto, enquanto nós continuarmos a nos basear em medo, fragilidades e insegurança e não tomarmos uma iniciativa para lutar pelo que acreditamos, só nos restará aguentar e ficar sonhando a riqueza que nunca vai chegar. Depende de nós.

Trabalhar faz parte da vida e temos que participar das coisas. Talvez possamos transcender e ousar criando algo novo e se envolvendo um pouco mais, se comprometendo com uma causa afinal, como dizia alguém:

Salário não enriquece ninguém!

Que tal ir um pouco atrás do que você acredita?

Até mais^^

Horizontalização

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Olá, hoje vou falar sobre um assunto que não é da área da tecnologia, mas gosto muito de discutir: Gestão Horizontal.

Mas o que seria isso? Como isso aqui não é nenhum artigo acadêmico, me dou o direito de não citar fontes e deixar aqui conhecimentos e termos que eu costumo usar, se alguém discordar, ficarei feliz em ler o comentário, até pra ajudar a todos nós né… ^^.

Gestão horizontal seria um perfil administrativo de empresa em que não há uma figura de poder. Não estou dizendo que não há uma figura DECLARADA de poder, mas sim que, realmente não existe uma figura que esteja acima dos outros, ou hierarquia. Como ouvi em uma história uma vez, resumidamente:
“Se você pode me demitir, então você é meu chefe”

Simples assim, se existe alguma pessoa que pode decidir a contratação, a demissão ou tomar decisões sozinha, então ela tem mais poder que você e, nesse caso, não é horizontal.

Mas Octávio, então #comofaz? Eu vou colocar a minha visão como referência (Tipo desfile que veste modelos com abóboras para as outras pessoas pegarem o que é bacana para se inspirarem):

Na minha visão de gestão horizontal, toda tomada de decisão é feita em grupo, com toda equipe ou, em último caso, representantes, podendo ser definidos por unanimidade ou maioria inquestionável. O que isso quer dizer? Caso tenha um time com 20 pessoas e 18 decidam que 1 seja o representante, bom, isso é uma maioria inquestionável. Neste caso, esse 1 ou 2 ou quantos forem necessários, se juntam a vários uns e decide pelo grupo que representa. A definição de quantidade é proporcional à complexidade e importância da decisão, fazendo assim com que o grupo se responsabilize pelas manobras efetuadas pelo grupo.

Assim, basicamente, uma empresa horizontal é aquela em que os interessados e fornecedores tomam as decisões. Isto gera uma cadeia de iniciativa e respeito, fazendo com que os envolvidos participem ativamente em todo o processo de desenvolvimento de um serviço ou produto, fazendo com que a empresa tenha mais porcos do que galinhas.

Com esta forma de trabalho não existem setores, nem cargos, nem nada disso, apenas papéis e equipes. Uma pessoa assume um papel e se responsabiliza pelas coisas que estão atreladas à ela, desta maneira, a mocinha do RH não vai ser cobrada de trabalhos do programador .NET. Um papel é como um grupo de responsabilidades que as pessoas adotam por espontânea vontade ou por acordo. Você não vai atuar em um papel em que não irá se comprometer, portanto, seu trabalho vai ser o melhor que alguém no seu lugar faria e, ao mesmo tempo, não ficará amarrado, preso em obrigações exclusivas de um cargo.

Mas para quê? Sabe aquela situação chata de “isso não é comigo, é com fulano” ou “eu não fiz porque ciclano nao fez”? Acaba aí, você tem um papel com N responsabilidades, e elas são seu alvo, você é o dono delas, e todas devem ser respeitadas e cumpridas, se o fulano não ajudar, vá até o fulano e cobre, ou converse com ele e faça você mesmo, se ciclano não terminou, não importa, aqui não é eu ou você, em uma empresa horizontal, todos tem conhecimento do processo e interesse no sucesso do grupo, todos os comprometidos irão atuar de maneira que obtenham resultados.

A setorização gera a segregação, que faz com que grupos compitam entre si e pessoas tentem derrubar umas às outras e, eliminando isso, funciona como o seu corpo, todas as células são iguais quando nascem, daí vão se especializando e assumindo as responsabilidades que cabem a elas e com a seleção natural, algumas coisas mudam, outras não, mas estão todos fazendo parte de um corpo que, se falhar, todos morrem.

Mas Octávio, toda essa visão é tão utópica, é tão perfeito assim? Sim e não. Sim pois isso é possível, não pois irá gerar alguns agravantes como politicagem, já que o grupo define, aquele que for melhor em “sorrir e acenar” provavelmente irá se dar melhor, podem surgir influenciadores, pessoas fracas, pessoas querendo tomar o poder fingindo que respeitam, quando na verdade só estão assumindo pontos estratégicos para tomarem o poder. Mas tudo isso é inerente às relações sociais portanto, se houver realmente uma coesão no time, ou seja, todos sabem o motivo de estar ali, sabendo que se algo der certo, todos ganham e o oposto também, os políticos e manipuladores pouco a pouco serão mitigados.

Enfim, esse é meu primeiro ponto sobre horizontalização, espero que tenham gostado e que algo ajude em alguma coisa. Lembrem-se, quando você faz o que realmente gosta por um objetivo que acredita, sua vida passa a valer mais a pena.

Até mais,